É da minha natureza pensar demais. Pensar muito na vida, nos outros, em como os outros reagem às coisas da vida, em como eu percebo os sinais da vida, na vida, na vida... É, alguns dizem que tem a ver com o meu signo, peixes, outros já acham que o fato de ser filha única influenciou nessa minha personalidade. Não sei quem tem razão, mas o que importa é que sou feliz assim e fico feliz por ter consciência do meu mundo e da minha responsabilidade frente à ele.
E em meio aos meus pensamentos, me vejo habitando um mundo que vai mal. Os noticiários nos mostram isso a todo mundo, a expressão de dor das pessoas na rua também, cada uma à sua maneira, dores do corpo, dores na alma, dores no coração. Mas mesmo cercada por tudo isso e, com minhas próprias dores, que graças à Deus, são toleráveis e ouso dizer, insignificantes, sigo com muita fé e acreditando que veremos dias melhores.
E se tem uma música que toca o meu coração e fala com delicadeza sobre os dissabores, mas sobretudo sobre não desistir é Al otro lado del rio do uruguaio Jorge Drexler:
Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
Creo que he visto una luz al otro lado del río
El día le irá pudiendo poco a poco al frío
Creo que he visto una luz al otro lado del río
Sobre todo creo que no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima y yo, soy un vaso vacío
Oigo una voz que me llama casi un suspiro
Rema, rema, rema-a Rema, rema, rema-a
En esta orilla del mundo lo que no es presa es baldío
Creo que he visto una luz al otro lado del río
Yo muy serio voy remando muy adentro sonrío
Creo que he visto una luz al otro lado del río
Sobre todo creo que no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima y yo, soy un vaso vacío
Oigo una voz que me llama casi un suspiro
Rema, rema, rema-a Rema, rema, rema-a
Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
Creo que he visto una luz al otro lado del río
Ou como cantaria Dori, uma célebre "peixinha" de Procurando Nemo: "Continue a nadar, continue a nadar...".
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