Bordar me acalma.
Me faz parar de pensar em coisas que me deixam ansiosa.
Quando estou bordando eu fico concentrada apenas no tamanho dos pontos, nas cores das linhas e no desenho. É um processo quase terapêutico.
Não se pode bordar com pressa. É preciso ter calma. O tempo de bordar é diferente, assim como o tempo de Deus. Um ponto de cada vez, um a um, as vezes é preciso desfazer e bordar de novo, como na vida. Mas, no final, por mais simples que possa parecer, surge uma linda e delicada história.
Eu bordo os meus dias com amor, e você?

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