Mostrando postagens com marcador Amelinha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amelinha. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de abril de 2016

O mundo de Amélie

Eu sou fã de carteirinha do filme O Fabuloso destino de Amélie Poulain, desde de sempre. 
Já assisti várias e várias vezes e a cada vez é como se eu estivesse assistindo pela primeira vez, tamanha é minha afinidade com o enredo, com as cores, com a atmosfera, tudo! 
Amélie é um ícone de delicadeza, mas também de força e coragem. Sim, é preciso muita coragem para viver e, sobretudo, fazer escolhas. 
Ah! Como essa francesa me inspirou e ainda me inspira a viver uma vida mais leve e delicada... Quando me lembro dela posso até ouvir a La Valse d'Amélie onde quer que eu esteja.  
E como meus amigos sabem desse meu fascínio pelo filme, sempre recebe links sobre ele e eu fico super feliz! Não só por ler sobre algo de que gosto tanto, mas principalmente, por ser lembrada! E hoje uma amiga muito querida me enviou o link desse artigo e eu vou dividi-lo aqui. Leiam ao som de La Valse d'Amélie, faz toda diferença! 





7 lições do filme O Fabuloso destino de Amelie Poulain para uma vida mais autêntica e feliz!

Há 15 anos, lançavam “O Fabuloso destino de Amélie Poulain” de Guillaume Laurant e direção de Jean-Pierre Jeunet. Além de diálogos sensíveis e profundos, que tocam a alma do expectador, o filme apresenta uma fotografia belíssima e uma trilha sonora encantadora, feita especialmente para o filme por Yann TIersen.

Trata-se da história de Amélie, uma menina que cresce isolada das outras crianças. Depois de adulta, começa a trabalhar como garçonete em um restaurante parisiense em Montmartre. Certo dia, encontra uma caixinha de brinquedos antigos pertencentes ao ex-morador de seu apartamento e decide procurá-lo para devolvê-la, anonimamente. Ao presenciar a emoção que sente o homem ao reaver seus objetos de infância, Amélie remodela sua visão de mundo, passando a realizar pequenos gestos a fim de ajudar e tornar mais felizes as pessoas ao seu redor: eis que ganha um novo sentido para sua existência!
A obra apresenta uma narrativa única, onde os personagens são apresentados de acordo com as coisas que eles mais e menos gostam em suas vidas. Se você ainda não viu, assista logo e renda-se a essas 7 lições simples, mas profundas…
1. “Talvez ela faça de tudo para arrumar a vida dos outros. E ela? E as suas desordens? Quem vai por em ordem?” 
Muitas vezes, costumamos nos desdobrar para estar presente e dar conta de problemas de amigos, familiares e quando percebemos, não estamos cuidando de nós mesmos… Eis que aparece a frustração. Cuidamos tanto do outro que acabamos abandonando a própria vida! Antes de nos doarmos, precisamos, em primeiro lugar, estarmos bem, por inteiro. Ninguém, a não ser você mesmo, tem o poder de colocar sua vida em ordem!
2. "Só faltava, era a única coisa que ela ainda não tinha pego: amor.Ninguém está imune!”
Como bem dito nesse trecho, ninguém está imune ao amor. Apaixonar-se! Uma das melhores sensações de se estar vivo, mas que causa tanto medo… Algumas pessoas fogem, nessas situações. Talvez porque já se machucaram uma vez e têm medo de cair de novo. Mas será que é mesmo possível, fechar-se para sempre?
3. Os teus ossos não são feitos de vidro. Pode suportar alguns baques da vida”.
Não, ninguém nunca morreu de decepção. Por isso, levanta-se e tente novamente… Até conseguir alcançar o que deseja!
4. Se deixares escapar essa oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço como o meu esqueleto”.
Arrisque-se! Pior do que errar, é não dar outra chance para que a vida te surpreenda. Simplesmente VIVA!

5. “Ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com aqueles que estão presentes.”
Hoje em dia, essa máxima é mais verdadeira do que nunca. Com as relações por internet, estamos cada vez mais distantes de um afeto real, de carne, osso e coração… Nada melhor do que um abraço, o cheiro, de quem a gente ama! Então que tal deixar de lado as redes sociais por umas horas e visitar algum amigo que há tempos não encontramos mais?
6. “Quando chega a hora, precisa saltar sem hesitar.”
Mais uma vez. E, de novo: Arrisque-se! Antes que seja tarde demais.
7. E pra finalizar, a frase que talvez mais represente esse filme. “Tão sensível ao charme das coisas simples da vida!”
As coisas simples da vida! Ver o sol nascer, ouvir as ondas do mar quebrando na areia, um riso de criança, um abraço com saudades… comer jabuticaba no pé! Cheiro de chuva. São tantas as coisas simples e belas… e acabamos cegos, no dia-a-dia, à tanta beleza.


7 lições do filme O Fabuloso destino de Amelie Poulain para uma vida mais autêntica e feliz! Disponível em: <http://www.fasdapsicanalise.com.br/7-licoes-do-filme-o-fabuloso-destino-de-amelie-poulain-para-uma-vida-mais-autentica-e-feliz/>. Acesso em 3 de abril de 2016

sábado, 2 de abril de 2016

Adam


Filme água com açúcar para um sábado comum: Adam. Um filme delicado, mas muito tocante. Conta a história de um rapaz portador da Síndrome de Aspenger e suas escolhas.
Triste, mas real. E o fim, apesar de tudo, é feliz. 


Eu, outono

Estava passeando pelo Facebook hoje(meus passeios por lá são sempre de poucos minutos) e dei de cara com um teste bobinho, daqueles que enchem nossa timeline, por que todos os amigos postam seus resultados "fofinhos". O teste era: Que estação do ano você é? Eu relutei, mas caí em tentação e acabei fazendo o bendito teste...
O resultado foi Primavera. Não concordo. 
Se eu pudesse me definir em uma estação eu me definiria confortavelmente como Outono. 
Uma estação de transição entre o calor do verão e o frio do inverno, ou seja, o equilíbrio entre os dois períodos. Além disso, é no outono que as folhas caem, preparando terreno para um novo ciclo. E eu sou assim, perco minhas folhas, mas não perco minhas raízes e, principalmente, minha esperança em dias melhores. 
O teste me definiu também como uma pessoa reluzente e se tem uma coisa que eu não sou é reluzente. Credo! Prefiro ser iluminada, mas não reluzente. Quem é iluminado tem brilho na medida certa, mas não incomoda, já o reluzente ofusca o entorno. E no outono, a luz tem uma beleza peculiar, como a luz própria dos dias nublados e chuvosos, que me encantam! 
Então, de primavera não tenho nada. Definitivamente sou outono até a próxima estação... 


quinta-feira, 31 de março de 2016

Poesia de quinta


OS DEGRAUS

"Não desças os degraus do sonho 
Para não despertar os monstros. 
Não subas aos sótãos - onde 
Os deuses, por trás das suas máscaras, 
Ocultam o próprio enigma. 
Não desças, não subas, fica. 
O mistério está é na tua vida! 
E é um sonho louco este nosso mundo..."

Mario Quintana

terça-feira, 29 de março de 2016

Envelhecer é viver

Assisti a um filme muito interessante hoje. A história é bem parecida com muitas outras do cinema e da vida de muita gente que conhecemos, em que pessoas com a vida "estruturada", ou julgam estar, tem a tarefa de reconstruí-la depois de um golpe. Nesse filme um professor, que já está na casa dos trinta, leva um fora da esposa percebe o quão difícil é aceitar a vida como ela é e se refugia em algumas ilusões, mas depois muitas desventuras ele encontra o amor em alguém que estava sempre ali, que o observava de longe e que nunca teve coragem de dizer o que sentia. Até aí nada muito diferente, não é mesmo? 
Mas o que chamou minha atenção foi uma das últimas cenas, onde eles se imaginam na velhice e a mocinha da história se descreveu de uma forma tão linda e delicada que ameniza todo e qualquer medo de envelhecer. Ela se descreve como uma velhinha e cabelos longos e brancos, com uma casa pequena e aconchegante, perto de um lago... E suavemente ela diz: "envelhecer deve ser bem legal...". 
Envelhecer é viver. E viver é bem legal mesmo!
De vez em quando eu tenho algumas paranoias sobre isso. Sobre o que eu não fiz, mas que deveria ter feito na minha idade. Deveria? Onde está escrito isso? Em lugar nenhuma, mas todos nós temos um cronograma invisível na cabeça e ele foi escrito por pessoas que se sentiam confortáveis fazendo o que todo mundo faz, afinal é mais fácil seguir por uma estrada pavimentada a desbravar o próprio caminho. 
E não sou do tipo que se aventura muito mesmo, mas estou longe de ser e fazer o que a maioria faz. Me identifico com poucos em hábitos e forma de pensar, mas no agir, sou igual a maioria: penso muito, acho que faço pouco, estou sempre querendo ser diferente e me aproximar do que sou na essência. Acho que entre o querer e o fazer, meu salto é positivo, tenho conquistado o respeito de muitos que não entendiam esse meu jeito. 
E assim vou vivendo, envelhecendo (fato!) e colhendo os meus frutos e arrancando ervas daninhas. Assim é a vida. 

"O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. 
Caminhando e semeando, no fim terás o que colher."
Cora Coralina

domingo, 20 de março de 2016

Bem vindo, Outono!



Hai-Kai de Outono

Uma borboleta amarela?
Ou seca Uma Folha
Que se desprendeu e NÃO Quis pousar?

Mario Quintana

sábado, 19 de março de 2016

Bordando a vida

Ontem meu marido trabalhou até de madrugada e, em plena sexta-feira, eu fiquei sozinha em casa e eu ocupei meu tempo bordando. 
Bordar me acalma. 
Me faz parar de pensar em coisas que me deixam ansiosa.
Quando estou bordando eu fico concentrada apenas no tamanho dos pontos, nas cores das linhas e no desenho. É um processo quase terapêutico. 
Não se pode bordar com pressa. É preciso ter calma. O tempo de bordar é diferente, assim como o tempo de Deus. Um ponto de cada vez, um a um, as vezes é preciso desfazer e bordar de novo, como na vida. Mas, no final, por mais simples que possa parecer, surge uma linda e delicada história. 
Eu bordo os meus dias com amor, e você? 

sexta-feira, 18 de março de 2016

A cultura da corrupção

O Brasil tem acompanhado de perto toda essa crise política que preocupa a todos. Não vou entrar nesse assunto, pois não gosto de falar sobre isso e no estágio em que as coisas estão, nem todos tem respeito pela opinião do outro. Não são poucos os que confundem emitir opinião com ofender quem tem uma opinião diferente, infelizmente, acho que é tudo culpa da internet, que dá uma coragem surreal aos super sinceros.
Enfim, eu acompanhei as notícias e observando a fala os manifestantes me questiono se todos que estão nas ruas (e nas redes sociais, principalmente) "lutando" por um país melhor sabem de fato o que é corrupção. 
Vi gente que fura fila, que joga lixo na rua pela janela do carro, que tem gato de energia ou de tv em casa, que usa vagas de idosos no shopping e que se aproveita de qualquer brecha que tenha no dia a dia para tirar proveito das situações. 
Acho que a sujeira já se espalhou, a corrupção virou característica ou dialeto brasileiro, é a língua de todos. Infelizmente, tenho perdido a fé, não só nos políticos, mas nos que estão ao meu lado na rua, nossos colegas de clube, nossos vizinhos, etc. 
Enquanto o "jeitinho brasileiro" for uma característica, não vejo luta verdadeira contra a corrupção, nas ruas ou em qualquer outro lugar. 

quinta-feira, 17 de março de 2016

Sociedade




Sociedade

Ah, e Um Mistério Para Mim
TEMOS UMA ambição com Uma concordamos qua NOS
E Você acha Que rápido Você tem that Querer Mais do Que Precisa
Até Que rápido Você tenha Tudo Que Você Não Será, Livre

Sociedade, rápido Você é Uma Raça louca
Espero Que NÃO esteja solitária sem MIM

QUANDO rápido Você Quer Mais do Que rápido Você tem
Rápido Você acha Que Precisa
E QUANDO rápido Você PENSA Mais do Que rápido Você Quer
SEUS Pensamentos começam a sangrar
Eu Acho Que Preciso Para Encontrar Um Lugar Maior
Porque when rápido Você tem Mais do Que rápido Você PENSA
Rápido Você Precisa de Mais Espaço

Sociedade, rápido Você é Uma Raça louca
Espero Que NÃO esteja solitária sem MIM
Sociedade, louca Muito
Espero Que NÃO esteja solitária sem MIM

Há aqueles Que Pensam, Mais ou Menos, Menos e Mais
Mas se Menos e Mais, Como rápido Você Manter uma contagem?
Meios parágrafo Cada Ponto que Faz, SUAS gotas de Nível
Tipo Como Você está em começando a Partir do Topo
Você Não PODE Fazer ISSO

Sociedade, rápido Você é Uma Raça louca
Espero Que NÃO esteja solitária sem MIM
Sociedade, louca Muito
Espero Que NÃO esteja solitária sem MIM

Society, TEM Misericórdia de mim
Espero Que NÃO esteja Zangado se eu discordo
Sociedade, louca Muito
Espero Que NÃO esteja solitária sem MIM
Sociedade

E Um Mistério Para Mim
concordamos NOS TEMOS que Uma ambição
É Você PENSA Que Rápido rápido Você tem que Querer Mais do Que Precisa
Até Você ter Tudo, Você Não eStara Livre

Sociedade, SUA Raça louca
Espero Que Nao solitária esteja sem MIM

QUANDO Rápido rápido Você Quer Mais do Que Tem
Rápido rápido Você PENSA Que Precisa
E QUANDO Rápido rápido Você PENSA Mais do Que Rápido rápido Você Quer
SEUS Pensamentos começam a sangrar
Acho Que Preciso Encontrar Um Lugar Maior
Pois quando Rápido rápido Você tem Mais do Que imagina
Rápido rápido Você Precisa de Mais Espaço

Sociedade, SUA Raça louca
Espero Que Nao solitária esteja sem MIM
Sociedade, louca Realmente
Espero Que Nao solitária esteja sem MIM

aqueles dez achando, Mais ou Menos, que Menos e Mais
Mas se Menos e Mais, Como Rápido rápido Você mantém hum placar?
Quer Dizer Que pra Cada Ponto que Faz, Seu Nível cai
E Como Começar do Topo
Você Não PODE Fazer ISSO

Sociedade, SUA Raça louca
Espero Que Nao solitária esteja sem MIM
Sociedade, louca Realmente
Espero Que Nao solitária esteja sem MIM

Sociedade, tenha piedade de mim
Espero Que NÃO Fique brava Se Eu discordar
Sociedade, louca Realmente
Espero Que Nao solitária esteja sem MIM

quarta-feira, 16 de março de 2016

A importância de errar

Hoje foi mais um dia de aula de costura. Uma quarta-feira comum onde eu terminaria o costurando feliz um vestido novo. Eu disse feliz? É, não foi tão feliz que terminei o meu dia... 
Estou costurando um vestido retrô, lindíssimo, usando um molde que eu comprei online em site gringo, deu um trabalhão para montar tudo, imprimi todas as folhas e depois uni tudo com fita adesiva. Escolhi uma estampa retrô bem bonita, os aviamentos, a cor da linha e... quis colocar uma gola peter pan para arrematar o visual retrô. Tudo perfeito! Costurei as laterais, uni as duas partes, coloquei o zíper e costurei a gola com muito capricho. Prontinho! Estava tudo lindo e muito bem feito! 
Só faltou um pequeno detalhe, experimentar o vestido antes de dar o acabamento. Quando lembrei desse detalhe meu coração até bateu mais forte e o que eu temia aconteceu: a modelagem gringa não estava ajustada ao meu tamanho e, além disso, o tecido tinha elastano. Resultado, o vestido estava lindo, mas não serviu, ficou largo nas costas e eu teria que desmanchar quase tudo, a gola, o zíper, as costuras das costas. 
Na hora tive vontade de chorar, depois pensei em encontrar alguém com as costas mais largas que as minhas para doar o vestido, depois passou pela minha cabeça rasgar tudo e esquecer essa história de costurar. Felizmente não fiz nada disso, parei tudo, trouxe o vestido para casa e estou refazendo com calma. Posso dizer que estamos nos reconciliando aos poucos.
O que eu aprendi com isso? Que errar é normal e até quando amamos muito alguém ou alguma coisa erros são cometidos. O que falta para perdoarmos os erros alheios e, principalmente os nossos, é respirar, dar um tempo e olhar de novo para quem ou o que nos fez cair de amores um dia. O amor ainda existe, mas existe também imperfeições. E amar é enxergar o todo, inclusive as imperfeições.
Resumindo, os erros do dia a dia nos ajudam a perdoar. Sem os erros, não perdoamos. Se não perdoamos, não olhamos de novo. Se não olhamos de novo, nos acostumamos. E se nos acostumamos, o que fazia o coração palpitar cai na vala comum do dia a dia... E aí, precisamos de algo novo para fazer o coração palpitar de novo. 
Ah, apesar de não gostar de desmanchar costura, continuo apaixonada por costurar e espero ter a oportunidade de errar bastante ainda. 

terça-feira, 15 de março de 2016

Jason Mraz inspirando o meu dia




"Ele me disse, filho, às vezes, pode parecer escuro
Mas a ausência da luz é uma parte necessária
Apenas tenha certeza de que você nunca está sozinho
Você sempre poderá voltar para casa..."


segunda-feira, 14 de março de 2016

Nova idade

Hoje inicio a semana com uma nova idade. Fiz aniversário no último sábado e como em todos os anos eu sempre espero que aconteça algo diferente e que após o dia 12 de março eu sinta que tenho um ano a mais. Mas como sempre, nada acontece e eu não sinto nada. A tristeza, aliás, o período de reflexão que antecede essa data fica para trás e eu volto a levar a minha vida como antes. 
Mas nesse aniversário foi diferente, comemorei diferente. Antigamente eu fazia questão de comemorar no café da manhã, almoço, jantar e a comemoração seguia por muitos dias. Dessa vez não, recebi muito carinho no trabalho na sexta-feira, no sábado muitos amigos me ligaram e enviaram mensagem, almocei com meus pais, algumas amigas me fizeram uma visita rápida e no fim do dia eu saí para jantar com o meu marido. E as comemorações se acabaram por aí. 
Pensei sobre isso depois, fiquei com medo de estar depressiva. Mas não estava. Eu só queria levar do meu jeito. E eu sou calma, de poucas festas, mais reservada e porque meu aniversário seria comemorado diferente disso? É, achei o fio da meada. 
Estou me respeitando mais, respeitando as minhas vontades e as minhas decisões. No início eu pensei que fosse egoísmo, mas não, o nome disso é amor próprio. Estou me amando mais, curtindo cada minuto na minha companhia e fazendo as coisas que gosto e do jeito que eu gosto. É claro que de vez em quando eu preciso me aventurar e fazer as vontades de outras pessoas, mas no final das contas, o saldo entre o respeito à minha natureza e a imposição do meio tem que ser positivo. E tem sido. 
E para hoje só posso dizer, feliz idade nova!