segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Equilibrando pratos

Demorou mas voltei! Da última vez que eu escrevi eu estava prestes a sair de férias e hoje, três semanas depois, estou aqui prestes à voltar ao trabalho. O que posso dizer sobre isso? Nadinha, apenas que a vida segue e que tudo tem seu tempo. Descansei bastante, viajei, vi muitas coisas legais por aí, outras nem tanto, vivi bons momentos e agora estou pronta para retornar à minha rotina, afinal a vida não está fácil para ninguém...
Parece que foi ontem que escutei Boas férias, Amelinha!, mas já está quase acabando e posso dizer que aproveitei cada minuto desse tempo que tirei para desligar os meus pensamentos e realinhar minhas vértebras. E todos os planos de arrumação de gavetas e limpeza de guarda-roupas se foram de verdade, não fiz nada, absolutamente nada em casa e curti um ócio criativo da melhor qualidade: Assisti vários filmes, li alguns livros e textos, escutei música (fazia tempo que eu não curtia uma playlist a la Coisas da Amelinha) e isso foi muito bom... 
Apesar de saber que não sou e (acho que nunca serei uma madame) e que jamais poderia viver uma vida de total Ócio Criativo em todas as tardes dessa vida, o que posso fazer é aproveitar melhor os meus momentos de lazer e equilibrar melhor os pratos dançantes da vida louca que levamos atualmente.
É tanta informação que enquanto estamos descansando, estamos ao mesmo tempo, checando e-mails, conversando com os amigos, assistindo o seriado preferido e tentando relaxar... Infelizmente são tarefas nada complementares e o que precisamos é escolher que pratos serão quebrados nessa dança. 
De vez em quando um pratinho de vidro da organização da casa cai, outro pratinho de cerâmica barata das interações virtuais se espatifa, mas os pratos mais valiosos desse balé, aqueles mais delicados e valiosos que representam nossa saúde, nossa família, amigos verdadeiros e nossa conexão com o Deus, esses não podem cair. De vez em quando eles até dançam em um ritmo diferente e podem até quase case cair, quase, mas não vão cair. Nunca vão cair. 
E depois desses dias de descanso, ouso dizer que eu preciso que o prato da minha sanidade, uma louça delicada e também muito preciosa, continue dançando, assim como os pratos da minha espiritualidade, da minha família e amigos. Para todo o resto, damos um jeitinho e seguimos nessa dança. 

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